A EMPRESA

Bem-Vindo(a),

A J.A. – Importação e Exportação, Lda, é uma empresa criada em 2015 por José Inácio Franco Pereira Alfaiate e tem como seu principal enfoco a comecialização e divulgação de todos os produtos regionais portugueses, símbolos da cultura e tradições de Portugal.

A Empresa entrou atualmente na área dos brinquedos tauromáquicos com a apresentação da primeira coleção “Figuras Taurinas” (já disponível na nossa loja online) que contará com cerca de 20 figuras, de modo a oferecer um produto inovador e especializado, sem igual no mercado. Esta coleção criada e desenvolvida em Portugal, direcionada a crianças e colecionadores procura representar todos os intervenientes na Corrida à Portuguesa, incluindo os animais.

As figuras encontram-se todas registadas no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e cada uma delas está disponível em cores variadas, tal como os intervenientes reais.

Os Forcados têm honras de abertura, mas seguir-se-ão outras tais como o Touro, o Cavaleiro, o Peão de Brega, etc. Para brincar, colecionar ou oferecer, a cultura e a tradição da corrida de touros à portuguesa.

Poderá desde já consultar o novo Catálogo 2016 através da nossa nova loja online – aqui, disponível para os nossos clientes, público em geral e revendedores. Distribuímos para todo o país e temos condições especiais para empresas e lojistas.

O QUE FAZEMOS

Comercialização e divulgação de produtos regionais portugueses

...para brincar, colecionar ou oferecer, a cultura e a tradição da corrida de touros à portuguesa.

TAUROMAQUIA

  • O Que é a Tauromaquia?

    A Tauromaquia é toda a Cultura que envolve os touros. Esta começa nas Ganadarias (onde se criam os touros), espaços associados a grandes campos com espaço a perder de vista, passa pelas Coudelarias (onde se criam os cavalos), peças fundamentais na tauromaquia por serem necessários desde a criação dos touros até à sua lide, passa também pelos Trajes típicos associados aos touros, do traje dos Campinos (inspirado no traje típico do Ribatejo), dos Cavaleiros (traje de montar a cavalo no século XVIII), dos Forcados (inspirado no traje dos campinos), dos Cavaleiros Amadores (traje tradicional português ou tradicional espanhol de montar a cavalo), dos Toureiros ("traje de luces"), dos Picadores (nas corridas em Espanha), dos Peões de Brega ou mesmo dos cavalos nas cortesias, entre outros, pelas Festas e Feiras tauromáquicas, das Largadas de touros, Garraiadas, Largadas    à Corda etc., pelos Passodobles, estilo de música "de banda", muito antigo e criado com o propósito de dar ambiente às lides de touros, pelos bastantes Fados, Sevilhanas ou Flamencos de temática tauromáquica, pelos modos de vida das pessoas ligadas aos touros como os Ganaderos, Campinos, Cavaleiros Amadores, e passa por muitos e muitos outros exemplos da cultura tauromáquica, da qual dependem directa ou indirectamente dezenas, talvez centenas de milhares de pessoas em todo o mundo.

  • Corrida de Touros à Portuguesa

    A corrida de touros à portuguesa consiste na lide a cavalo de 6 ou mais touros bravos, seguindo-se  a pega efectuada por 8 forcados (pega de caras) ou por somente 2 forcados (pega de cernelha). Desde meados do século XIX, com a generalização da pega, que na corrida à portuguesa foi abandonada a morte do touro na arena.

    Na corrida de touros à portuguesa, os cavaleiros vestem-se com trajes do século XVIII e os forcados vestem-se como os rapazes do fim do século XIX. Foi no tempo de Filipe III que foram introduzidos na arena, pela primeira vez, os coches de gala durante as corridas reais.

  • Cortesias

    As cortesias marcam o início da corrida de touros à portuguesa. No início da corrida todos os intervenientes (cavaleiros, forcados, bandarilheiros, novilheiros, campinos e outros intervenientes) entram na arena e cumprimentam o público, a direcção da corrida e figuras eminentes presentes na praça. Nas corridas de gala à antiga portuguesa a indumentária é de rigor e na arena desfilam coches puxados por cavalos luxuosamente aparelhados.

  • Lide a Cavalo

    Todo o decorrer da corrida de touros à portuguesa consiste na "lide" de seis touros, habitualmente. Cada um dos touros é lidado por um cavaleiro tauromáquico, que tem um determinado tempo durante o qual poderá cravar um número variável de farpas compridas (no início), curtas e de palmo (ainda mais pequenas) no dorso do animal. A forma de abordar o touro e cravar o ferro também pode variar, podendo ser, entre outros, "frontal", "ao piton contrário" ou "em violino", devendo ser rematada "ao estribo". A lide de touros a cavalo exige uma grande preparação física e psicológica destes animais, que começam a ser trabalhados logo com três anos de idade. Existe uma raça de cavalos desenvolvida especialmente para as Corridas de Touros, o cavalo "Puro Sangue Lusitano" (PSL), que se diferencia pela sua coragem, generosidade e altivez.

  • Pega

    Após a lide do touro pelo cavaleiro tauromáquico é comum entrar em cena o "Peão de Brega" (figura subalterna do Cavaleiro, que tem como função posicionar o toiro da melhor forma, seja para a lide    a cavalo ou para a pega) que efectua algumas manobras com um capote posicionando o toiro, normalmente junto às tábuas, de forma a que o Grupo tenha espaço para o pegar. De seguida entram em cena os forcados. Os forcados são um grupo amador que enfrenta o touro a pé com o objectivo de conseguir imobilizar o touro unicamente à força de braços. Oito homens entram na arena, sendo o primeiro o forcado da cara, seguindo-se os chamados ajudas, o primeiro e os segundo ajuda (os mais determinantes), em quinto o rabejador (o chamado "leme" do Grupo, que segura no rabo do toiro, procurando deter o avanço do animal e fixá-lo num determinado local para que quando os forcados o largarem este não invista sobre eles e normalmente, por espetáculo, costuma dar voltas com o animal) e finalmente os terceiros ajudas que também ajudam na pega.

    A pega só está consumada se o forcado da cara se mantiver seguro nos cornos do toiro e este seja detido e imobilizado pelos seus companheiros. Nas touradas em que os touros são lidados a pé não existe pega.

    Os Forcados nasceram por volta de 1836 quando a Rainha Dona Maria II proibiu a morte dos toiros na arena, havendo, assim, necessidade de terminar a lide dos cavaleiros com um qualquer gesto   de domínio do homem sobre o animal. Antes de cumprirem essas funções, os "Moços de Forcado" eram os guarda reais durante as corridas de toiros, que impediam que o animal ou outras pessoa não autorizada subissem ao camarote real.

  • Património Cultural

    Em França, as touradas foram consideradas como parte do Património Imaterial e Cultural francês de acordo com a Convenção da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura para a salvaguarda do Património Cultural Imaterial.

    A Espanha também declarou as touradas como Património Imaterial e Cultural, mas estas foram proibidas pelas autoridades locais primeiro nas Ilhas Canárias em 1991 e na região autónoma da Catalunha em 2012. A proibição da Catalunha aguarda decisão do Tribunal Constitucional Espanhol, que a poderá reverter.

    Em Portugal, 32 Municípios declararam a Tauromaquia como Património Imaterial e Cultural, como por exemplo nas Autarquias de Sabugal (Guarda), Barrancos (Beja), Pombal (Leiria), Alter do Chão, Monforte e Fronteira (Portalegre), Azambuja, Coruche (Santarém) ou Angra do Heroísmo e Graciosa (Açores), assim como a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), que inclui todo o distrito de Évora. Existe, atualmente, um projeto de elevar a Tauromaquia a Património da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, para além de um outro projeto que pretende elevar o tradicional "Forcão" (típico da região da Guarda, na Beira Alta) a Património Imaterial e Cultural da Humanidade.

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